“É um sentimento péssimo, porque nunca acaba. É um vazio que é insubstituível.” O desabafo é do vigilante Renato Xisto da Silveira
, pai de Vitória Alves Silva, de 22 anos, vítima de feminicídio
“Minha filha estava voltando do trabalho… Me deparei com um vídeo dela deitada no asfalto da Avenida Antônio Carlos, vítima de um monstro, de alguém que dizia que a amava. E eu me pergunto: que amor é esse que destrói, que mata? Que tipo de amor é esse? Ele estava em plena consciência do que fazia. Premeditou, pensou, estudou o que faria”, relata o pai.


