Vale adquire naming rights do Mercado Central de Belo Horizonte e preserva nome histórico do local

Mais do que um patrocínio, a decisão representa uma estratégia de branding baseada em propósito: utilizar a força da marca para proteger e valorizar um patrimônio coletivo, em vez de substituí-lo por uma nova identidade corporativa.

Os recursos investidos pela Vale serão destinados a melhorias na experiência dos mais de 15 milhões de visitantes anuais, além de obras de infraestrutura para lojistas e funcionários, iniciativas de sustentabilidade e projetos de impacto social, preparando o Mercado Central para a celebração de seu centenário, em 2029.

“Se é importante para os mineiros, é importante para a Vale. Cultura é um dos pilares do nosso compromisso social. Ela promove o desenvolvimento sustentável dos territórios, amplia oportunidades, fortalece identidades e cria vínculos que transformam a sociedade. O Mercado Central permanece com o nome que o tornou referência para gerações de belo-horizontinos e visitantes, enquanto ganha um parceiro comprometido com sua continuidade e valorização”, afirma Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale.

Maior apoiadora privada da cultura no Brasil

Pelo quinto ano consecutivo, a Vale é a maior apoiadora privada da cultura no Brasil. Entre investimentos próprios e recursos destinados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a empresa já destinou mais de R$ 1 bilhão para iniciativas culturais em todo o país.

Em Minas Gerais, a Vale apoia projetos como a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Grupo Corpo, Grupo Galpão, Orquestra Ouro Preto, Festival Literário Internacional de Itabira (Flitabira), Mostra de Cinema de Ouro Preto, Palácio das Artes, Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana e o plano plurianual do Instituto Inhotim, que completa 20 anos em 2026 e receberá investimentos de até R$ 400 milhões ao longo de dez anos.

A empresa também mantém o Memorial Minas Gerais Vale, atualmente em processo de modernização e em breve será reaberto para visitação.

A inteligência estratégica por trás do “right naming”

A estratégia foi desenvolvida pela agência mineira 18 Comunicação, que criou o conceito de “right naming” para transformar a preservação do nome do Mercado Central em uma demonstração pública de respeito à história, à cultura e à identidade mineira.

Além da campanha publicitária, a ação contempla filmes, conteúdos digitais e parcerias com criadores de conteúdo locais. A estratégia foi construída a partir de uma abordagem de inteligência cultural, considerando aspectos históricos, simbólicos e comportamentais do território para fortalecer a conexão entre a marca, o Mercado Central e os mineiros.

“O ‘right naming’ surge da compreensão de que, em alguns casos, preservar uma identidade pode gerar mais valor do que substituí-la. Isso vale para ativos que são emocionalmente importantes para as pessoas e vale para empresas que buscam fortalecer a admiração dessas pessoas. Nosso desafio foi traduzir esse gesto de respeito em uma comunicação que fortalecesse a conexão entre a Vale, o Mercado Central e os mineiros”, afirma Guto Caram, CEO & Founder da 18 Comunicação.

Toda a arquitetura da parceria foi conduzida pela Heatmap, de Rene Salviano, agência responsável pela comercialização de projetos de naming rights do Brasil.

Sobre a 18 Comunicação

Com quase três décadas de atuação e origem em Belo Horizonte, a 18 Comunicação é uma agência especializada em impulsionar o crescimento de marcas de diversos segmentos.

A partir de uma atuação multiplataforma, combina inteligência cultural, visão estratégica e profundo entendimento dos clientes para transformar oportunidades em resultados.

Fonte: O Tempo